sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Rosas.

Rosas de Sangue,
Que das minhas veias sai,
E que fico a admirar,
Enquanto morro lentamente,
Graças às rosas que minha vida suga
Para nascer e existir,
Que através das minhas veias ficam a sair,
Como uma nascente de morte.

Não consigo imaginar,
Fim melhor,
Para o meu ser,
Pois morrerei encantado,
Pela rosa ensangüentada...
... Que me faz esquecer a dor,
E outros prazeres,
Que minha morte esta a trazer.

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Tudo que sonho!

Tudo que sonho!
e alguém reciste!