sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Máscara.

Mascara que visto,
Todo tempo,
E que mantém escondido,
As sombras do meu ser,
Desde momento que levanto,
Ate a hora que vou me deita,
Ate para minha família,
Essa mascara mostro,
Friamente, e sem remorso,
Para não vê-los a me encher,
Com suas falsidades,
E seus fingimento de preocupação,
Ate o momento que não agüento,
E disso fujo,
E não paro de correr,
Ate que paro,
E sei que ninguém esta ali para me vigiar,
Fico escondido,
Pois essa mascara não consigo manter,
Para todos eles proteger,
De si próprios.

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Tudo que sonho!

Tudo que sonho!
e alguém reciste!